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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Gabriela


Se bater aquela saudade corre para o Gabriela. O restaurante brasileiro serve pratos deliciosos e ainda vende produtos brasileiros para levar pra casa. Não adianta pedir coca-cola, só tem guaraná para valorizar o produto nacional! Para quem não conhece, uma outra loja vende produtos brasileiros em Paris, a Coisas do Brasil.


Gabriela: 3, rue Milton. 75009
Coisas do Brasil: 22, rue Daniel Stern. 75015

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Kong


O restaurante Kong é, sem dúvida, a melhor opção para quem quer comer bem e se divertir no mesmo lugar. O restaurante/bar/boate foi decorado pelo francês Philippe Starck e fica localizado nada mais nada menos que na cobertura do imóvel da sede da marca Kenzo, em frente ao rio Sena. Conclusão, a vista é impagável. Quem quiser apenas beber um drink e curtir o ambiente noturno pode chegar um pouco mais tarde, mas não muito, pois a casa lota e fica difícil de entrar. Para jantar é bom fazer reserva. Para conseguir uma mesa privilegiada, com vista para o rio, precisa chegar cedo. Bon app!


Kong: 1, rue du Pont Neuf. 75001


quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Fête des Vendanges


Começa hoje a festa da colheita da uva no vinhedo de Montmartre. A festa popular está na sua quarta edição e promove diversos eventos durante todo o dia até domingo. Diversas barracas de comidas típicas e vinhos (muitos vinhos!) são instaladas ao redor do vinhedo. Quem estiver por lá não deixe de passar no bistro Marcel, da mesma dona do Coffee Parisien (boa pedida para um hamburguer em Saint Germain). O bistro tipicamente new-yorkaise serve um brunch todos os fins de semana até às 19 horas.



Vinhedo de Montmartre: 18, rue des Saules. 75018
Marcel: 1, Villa Léandre. 75018
Coffee Parisien: 4, rue Princesse. 75006 


segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Glou X Jaja


O duo de restaurantes, Glou e Jaja são boas opções para uma pausa pelo Marais. Os dois pertencem ao mesmo dono e propõem uma cozinha bio em ambientes descolados. Quem conhece o Market em Ipanema vai se sentir em casa quando passar pela entrada discreta do Jaja e se deparar com um pátio arborizado e muito bem decorado.



Glou: 101, rue Vieille du Temple. 75003
Jaja: 3, rue Sainte-Croix-de-la-Bretonnerie. 75004


segunda-feira, 22 de agosto de 2011

The 7th


Um bar lounge instalado no último andar de um hotel em Montmartre. Para completar, uma vista panorâmica da cidade, música boa e tranquilidade no meio de um bairro movimentado. Esta é a proposta do The 7th, que abre suas portas de abril ao final de setembro. 



Terrass Hôtel: 12-14, rue Joseph-de-Maistre. 75018. 


quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Bon Marché

Le Bon Marché é a loja de departamento de luxo frequentada pelos franceses. Além das marcas sempre presentes neste tipo de loja, encontramos boas opções de marcas de luxo e estilistas que não se rendem à qualquer multimarcas, como Alexander McQueen e Comme des Garçons, dentre outros. 

A loja tem, ainda, uma das melhores epiceries de Paris, La Grande Epicerie de Paris, com produtos alimentícios do mundo todo, além de uma vasta seleção de águas minerais. 

Para completar, o último andar é dedicado à um grande armarinho, onde encontramos todos os produtos que outrora eram procurados apenas pelas nossas avós.

Pertinho do Bon Marché fica a rue du Cherche-Midi, local escolhido por Gérard Depardieu para estabelecer sua residência. O ator pode ser visto com frequência na peixaria na esquina com a rue Saint-Placide. A rue du Cherche-Midi acolhe uma das melhores padarias de Paris, a Poilâne, e alguns bons restaurantes, como o Cuisine de Bar, especializado em tartines (bruschetta francesa) feitas com o famoso pão da Poilâne; o italiano Le Cherche Midi, que tem poucas e boas opções de massas; o Mamie Gâteaux, especializado em tortas, salgadas e doces e; o Bistrot des Amis, no maior estilo parisiense. 

Vale a pena passar também pelas rue Saint-Placide e rue de Rennes, que liga Saint Germain à Montparnasse.




Le Bon Marché: 24, rue de Sèvres. 75007
Poilâne: 8, rue du Cherche-Midi. 75006
Cuisine de Bar: 8, rue du Cherche-Midi. 75006
Le Cherche Midi: 22, rue du Cherche-Midi. 75006
Mamie Gâteaux: 66, rue du Cherche-Midi. 75006
Bistrot des Amis: 67, rue du Cherche-Midi. 75006

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Tokyo Eat


Tokyo Eat é o restaurante do Palais de Tokyo, museu maravilhoso de arte contemporânea. Ao contrário do que parece, o restaurante não é japonês. O melhor é ir a noite, quando tem DJ e o clima é mais animado. Se chegar um pouco mais cedo não deixe de passar na livraria do museu, uma das melhores livrarias de arte da Cidade.


Palais de Tokyo: 13, avenue du Président Wilson. 75016.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Haut Marais

Muito tem se falado do Haut Marais (Alto Marais), bairro de número 3 (para quem não sabe, Paris é dividida em 20 bairros que portam seus números de acordo com sua proximidade com o centro da Cidade, o Museu do Louvre). É no Haut Marais que ficava a antiga prisão do Temple, que foi construída em 1240 e abrigou o rei Luis XVI e a rainha Maria Antonieta em 1792 e 1793. A prisão começou a ser destruída em 1808, por ordem de Napoléon Bonaparte, e foi construído no local o atual prédio da prefeitura do bairro e a Place du Temple. Hoje, a região é conhecida pelo nome da estação de metrô mais próxima, Temple. 

Aos poucos, o Haut Marais foi se tornando um dos bairros mais descolados e boêmios da cidade. O bairro começa logo acima da rue des Francs Bourgeois, rua de comércio bem conhecida no bairro Marais, de número 4. Seguindo pela rue Vieille du Temple, logo se percebe o clima boêmio do bairro. Com muitos bares e restaurantes, a rua está sempre cheia. Os restaurantes Des Gars dans la Cuisine e o Glou são boas opções para quem tem tempo de sentar e aproveitar o ambiente. No número 78, encontramos o bar La Perle, onde no início do ano o estilista John Galliano falou demais e acabou na delegacia. Não que esta pessoa seja razão para frequentarmos o bar, mas na verdade, ele estava neste bar porque trata-se de um local frequentado pela galera da moda, de cinema... 

Mais acima, na rue du Perche, estão concentradas boa parte das galerias de arte da região. Continuando na Vieille du Temple, passamos para a parte das lojas de roupa, onde diversas lojas estão instaladas, como a Vanessa Bruno, Surface to Air (loja que tem filial em São Paulo), American Apparel, The Kooples, Zadig & Voltaire, FrenchTrotters... Quem gosta de fazer bijouterias e trabalhar com metal não deve deixar de passar na Weber, na esquina com a rue de Poitou. Desviamos à esquerda, na rue de Poitou para alcançarmos na rue Debelleyme, um dos melhores bistrôs bio de Paris, já falado por aqui, o inglês Rose Bakery.  

Chegamos, enfim, na rue de Bretagne, rua dos floristas, dos queijos, dos azeites, dos mercados, da livraria, resumindo, rua da perdição! Vale a pena passar horas entrando em cada lojinha ou em cada barraca do Marché des Enfants Rouges, no número 39. Para descansar e tomar um café a boa opção é o Café Charlot. No fim do passeio, chegamos na Place du Temple. Virando à direita na rua entre a praça e a prefeitura do bairro, rue Eugène Spuller, chegamos na rue Dupetit-Thouars, rua cheia de cafés e restaurantes simpáticos. Destaque para a livraria Ofr, no número 20, para a sorveteria italiana Mary e para o café Merce and the Muse, ambos na rue Dupuis, número 1 e 1 bis. 

Se retornamos por um outro caminho encontramos novos restaurantes, novas lojas, novos cantinhos... Pegamos a rue Charlot e na esquina com a rue de Turenne nos deparamos com a confeitaria de Jacques Genin, que mais parece uma joalheria. Mais abaixo, no número 77, encontramos a loja de vintage mais charmosa do bairro, Mon Amour. Viramos na rue de Normandie e, em seguida, na rue Saintonge, onde no número 52 podemos degustar a verdadeira comida mexicana no recém aberto Candelaria. O micro restaurante abriga uma surpresa no fim da cozinha (no fim da cozinha mesmo), um bar secreto que funciona até às duas da manhã nos fins de semana. Se continuarmos na rue de Normandie, chegamos na rue de Turenne e, em seguida, viramos a esquerda na rue de Poitou até chegarmos na boulevard des Beaumarchais, onde, no número 111, está localizada a famosa loja de roupas e artigos para casa, Merci. A loja é incrível e merece ser visitada. A novidade é a pizzaria Grazie que foi aberta no número 91 pelo filho da idealizadora da Merci. O bom gosto vem de família.


Se der vontade de dormir e acordar no bairro, diversas são as opções de hospedagem. Para os mais jovens, um hotel com cara e preço de albergue muito bem localizado é o Hotel Picard. Outra opção também em conta é o My Hotel in France. Quem puder gastar mais e quiser mais conforto, pode optar pelo Hotel du Vieux Saule, Hotel des Archives, Hotel Molay ou pelo conceitual Hotel du Petit Moulin, decorado pelo estilista Christian Lacroix. Uma boa opção para ver de perto a vida de uma família parisiense é se hospedar na Maison d'Hôtes Bonne Nuit Paris.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

My Winnipeg

Para quem conhece a cidade de Winnipeg, no Canadá, apenas como a sede dos Jogos Pan-americanos, vale a pena conferir a exposição que a Maison Rouge organizou no ciclo de exposições de cenas artísticas periféricas, sendo Winnipeg a primeira cidade explorada, em cartaz até o dia 25 de setembro. 


Winnipeg é uma das cidades de grande porte mais frias do mundo. A cidade tem 700.000 habitantes e fica a oito horas de carro de Minneapolis, cidade importante mais próxima de Winnipeg. A cidade possui diversos centros de dança, música, teatro, fotografia, artes plásticas... O centro de arte contemporânea Plug In, co-produtor da exposição, foi criado no anos 70, em uma época que acreditava-se que Winnipeg era apenas uma cidade sem graça, plana, fria e isolada, comparada às grandes cidades americanas mostradas na televisão. Ao invés de se lamentarem, os artistas de Winnipeg decidiram lutar coletivamente contra o tédio de morar em uma cidade com tais características. Com enorme espírito de colaboração, de resistência e de consciência social, os artistas criaram as obras em torno dos próprios mitos de Winnipeg. 


A exposição acontece na Maison Rouge, um centro cultural de arte contemporânea situado na Bastille. Além do espaço dedicado às exposições temporárias, o centro cultural acolhe uma das sedes de um dos melhores bistrôs bio de Paris, o inglês Rose Bakery. 


Ao lado de fora, o centro acolhe, ainda, uma livraria especializada em arte contemporânea. 


La Maison Rouge: 10, boulevard de la Bastille. 75012
Aberto de quarta à domingo, das 11 às 19hrs. Aberto nas quintas até às 21hrs.


sexta-feira, 22 de julho de 2011

Rosa Bonheur

Para quem está em Paris e quer fazer algo diferente, a boa dica é o bar/restaurante Rosa Bonheur. Localizado dentro de um dos parques mais bonito de Paris, o Buttes Chaumont, o local além de super charmoso é um agito só quando cai a noite.  O ideal é chegar antes das 19hrs para não pegar fila e ficar degustando os diversos tapas no maior estilo pic-nic até a vontade de dançar bater e voilà, diversão garantida! Para os que procuram uma opção mais tranquila, sugiro uma passada no restaurante um pouco mais cedo, depois de uma caminhada pelo parque.







Rosa Bonheur: 2, allé de la Cascade. 75019



quinta-feira, 21 de julho de 2011

Les Fous de l'Ile


Sair para almoçar em Paris depois das 14hrs e encontrar um bom restaurante aberto é tão difícil quanto encontrar o tal restaurante com funcionários simpáticos. Les Fous de l'Ile, além de ser um bom restaurante, tem funcionários muito simpáticos e fica aberto a tarde toda. Para completar, o restaurante fica em um dos lugares mais charmosos de Paris, na Ile de Saint Louis, onde também fica a famosa sorveteria Berthillon.


Les Fous de l'Ile: 33, rue des Deux Ponts. 75004
Berthillon: 29-31, rue Saint Louis en l'Ile. 75004


quarta-feira, 20 de julho de 2011

Chez Nous Chez Vous

É em seu próprio apartamento que o casal mais simpático de Paris, Celia e Gustavo (sim, eles são brasileiros!), decidiu abrir o seu primeiro restaurante. Fugindo da correria das cozinhas dos restaurantes parisienses, o casal, que passou pela renomada escola de culinária Cordon Bleu e por diversos restaurantes conhecidos na capital, optou por uma forma diferente de fazer o que eles mais sabem, cozinhar muito bem! O restaurante funciona em seu próprio apartamento, mais especificamente na sala e na cozinha. A idéia é que o cliente fique o mais à vontade possível, decidindo quando sentar à mesa, quando servir os pratos... É o cliente que escolhe, inclusive, qual música quer ouvir! 

O menu pode ser tradicional (entrada, prato e sobremesa) ou degustação (cinco pratos e duas sobremesas). Para os que não se contentam em apenas degustar os maravilhosos pratos elaborados pelo casal de chefs é possível participar das compras dos ingredientes e até mesmo da elaboração dos pratos. 

O restaurante tem hora para abrir, mas não tem hora para fechar!

É preciso reservar com no mínimo uma semana de antecedência.

Chez Nous Chez Vous
16 bis, rue Saint Charles. 75015
chef@cheznouschezvous.com.br


terça-feira, 19 de julho de 2011

A Itália é na Bastille


Finalmente depois de quatro anos conheci um restaurante italiano digno de ser comentado. O Via Antonio fica na Bastille, 172 bis, rue du Faubourg du Saint-Antoine, 75012.

domingo, 17 de julho de 2011

Le Canal St. Martin

Atualmente, o lugar que eu mais frequento nos finais de semana é o Canal St. Martin. Primeiro porque moro perto e segundo porque ele realmente merece posição de destaque na capital francesa. O Canal foi inaugurado em 1825 para trazer água potável para a cidade de Paris. Ele tem 9 eclusas e 2 pontes giratórias, o que torna o passeio de barco um tédio, uma vez que o barco pára a cada 5 minutos de viagem para ser nivelado e continuar o trajeto. O melhor é visitá-lo a pé ou de bicicleta. 


O ideal é chegar no bairro pela estação de metro Republique, entrar na rue Beaurepaire, seguir até o Canal, virar a esquerda e andar pelas suas margens até onde as pernas aguentarem.  

Ao lado esquerdo da margem esquerda do Canal vale a pena visitar a rue de Marseille, onde recentemente abriu uma loja bem legal de roupas, móveis, bicicletas e livros (eu juro!) que se chama Centre Commercial. Ao lado encontra-se a famosa padaria que tem fama de vender o melhor croissant de Paris, Du pain et des Idées, mas que não abre nos fins de semana (Paris tem dessas coisas). Na mesma rua encontra-se as pontas de estoque das francesas Maje e Les Petits. Outras ruas legais para bater perna são as ruas de Lancry, rue Legouvé, rue Lucien Sampaix e rue des Vinaigriers. Para caçadores de roupas vintage o tesouro está no número 12 na rue de Lancry, um pouco mais afastado do Canal, na loja Thanx God I'm V.I.P.

Quem estiver com saudades dos EUA pode passar no duo da rue Beaurepaire Ari's Bagels + American Apparel, loja de roupas de L.A. Os bagels são deliciosos. O bom é pedir à emporter e comer na beira do Canal.

Subindo o Canal, duas boas sugestões de restaurante (com funcionários simpáticos!), o Hotel du Nord, onde eu não resisto e sempre peço o millefeuille de thon, e o Les Enfants Perdus, que fica em um cantinho super charmoso. A essa altura já passamos pela livraria Artazart Design Bookstore que também merece  seu papel de destaque na região. Aliás, a livraria fica em frente ao restaurante Marcel, o indiano, lembram? 

Subindo mais um pouco, sempre pelo lado esquerdo do Canal (quai de Valmy), pois, tirando o Hotel du Nord e o Marcel, todas as minhas indicações ficam neste lado, em uma parte abaixo do nível da rua encontra-se o Point Ephémère, ao lado do Corpo de Bombeiros. Este local abriga shows, boate, exposições de arte, espetáculos de dança... Vale a pena dar uma conferida na programação.



Continuando, sim o Canal é bem longo, tem 4,55km, mas fiquem tranquilos que começando pela Republique já se perdeu a metade da sua distância. Um pouco mais acima, a partir da estação de metro Jaurès o Canal fica mais largo e ainda mais bonito. Logo no início desta nova fase do Canal, encontram-se os cinemas da rede MK2, um de cada lado do Canal. E o mais legal é que se você chegar em um dos cinemas sem saber qual filme assistir e optar por um filme que está em cartaz do outro lado é só embarcar no barquinho que faz a travessia entre os dois cinemas.   



Cerca de 2km depois, ao fim do Canal, encontra-se o Parc de la Vilette que é o maior parque de Paris. Além de uma extensa área verde, o parque abriga a Cité de la Musique, com vasta programação musical, o Zenith, que é uma casa de shows, a Cité des Sciences & de l'Industrie, que é um museu dedicado à ciência e tecnologia, além de um cinema ao ar livre durante o verão.

A melhor opção para visitar o Canal é no fim de semana, ainda que a padaria não esteja aberta. Melhor ainda, evitamos uns quilinhos a mais. No domingo as ruas que beiram o canal ficam fechadas para a passagem de carros e o comércio abre normalmente. 


Centre Commercial: 2, rue de Marseille
Du Pain et des Idées: 34, rue Yves Toudic
Stock Maje: 6, rue de Marseille
Stock Les Petits: 11, rue de Marseille
Thanx God I'm V.I.P.: 12, rue de Lancry
Ari's Bagels: 8, rue de Beaurepaire
American Apparel: 10, rue de Beaurepaire
Hotel du Nord: 102, quai de Jemmapes
Les Enfants Perdus: 9, rue des Récollets
Artazart Design Bookstore: 83, quai de Valmy
Point Ephémère: 200, quai de Valmy
MK2 Quai du Loire: 7, quai de la Loire
MK2 Quai de Seine: 14, quai de la Seine


sábado, 16 de julho de 2011

Marcel

Hoje é sábado e dia de testar um restaurante novo. Na verdade eu acabo indo sempre nos mesmos, com medo de trocar o certo pelo errado, mas como agora tenho a responsabilidade de informar os ilustres visitantes da Cidade Luz, irei me esforçar para propor uma programação diversificada da cidade.

A coisa mais importante que precisamos saber quando decidimos comer em Paris é que existem restaurantes para comer e beber, restaurantes para beber e restaurantes que nem mereciam existir. A diferença é simples. O primeiro, quando vem acompanhado de funcionários simpáticos é tão difícil de achar quanto uma agulha no palheiro. O segundo é aquele que é bem localizado, pode ser na frente de um parque, de um monumento bonito, em uma rua bacana, podemos chamá-lo de falso bonito. São restaurantes que pretendem enganar os clientes, mas como não somos bobos, nós "usamos" o espaço para tomar um café ou uma taça de vinho enquanto apreciamos o que quer que esteja acontecendo na frente. Ou seja, para entrar nesta classificação é preciso ter uma localização privilegiada se não cai para a terceira divisão. O terceiro, bom, o terceiro nem merece ser comentado. 

A dica de hoje vai para a primeira classificação. O restaurante se chama Marcel e eu já estava querendo experimentar há um tempinho. Surpresa foi quando vi o cardápio e descobri que se tratava de um restaurante indiano. Foi a primeira vez que experimentei uma comida indiana e gostei muito. O restaurante tem a decoração de lounge e deve ser interessante frequentá-lo a noite. A localização não poderia ser melhor. Fica em frente ao Canal St. Martin, local que merece um post a parte.


Marcel 
Bar & Cuisine
90, quai Jemmapes
01 42 03 57 20